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Ilustração estilizada de Verona em Vêneto - Goparoo

Verona Guia de Descoberta

Porque Visitar Verona de Forma Inteligente

Verona é a mais compensadora das cidades pequenas do Vêneto e a mais fácil de visitar: um anfiteatro romano ainda em uso, uma praça de mercado medieval onde o mercado continua a montar-se, uma ponte do século XIV que ainda atravessa o Ádige, e tudo isto num centro suficientemente compacto para se percorrer a pé. A complicação é a temporada de ópera do verão, que enche a cidade e faz disparar o preço dos quartos.

Vir nas estações intermédias dá as mesmas ruas por bastante menos dinheiro; quem vem pela ópera faz bem em reservar com muita antecedência e em considerar dormir fora do centro. Verona merece também mais do que a meia jornada que quase todos os itinerários lhe concedem: fica na linha ferroviária principal que atravessa a região, a um passo do lago de Garda e das vinhas de Valpolicella e Soave.

Como Viver Verona

Se viaja devagar

Fique duas ou três noites em vez de despachar Verona como paragem entre Veneza e Milão. Percorra as mesmas ruas a horas diferentes: a piazza delle Erbe está mais calma antes da afluência do dia, o Ádige muda de carácter ao entardecer, e uma refeição sem pressas dá tempo para reparar nas fachadas pintadas, nos pátios e nos bairros vivos. Deixe cada dia com uma parte por planear em vez de encher cada hora com horários marcados.

Se quer ver o essencial

Comece pela Arena e siga pela piazza delle Erbe e pela piazza dei Signori até à Torre dei Lamberti e às Arcas escalígeras. Para a Verona medieval, acrescente Castelvecchio e a Ponte Scaligero; se o tempo for curto, escolha entre San Zeno e o teatro romano. A Casa di Giulietta explica a identidade literária da cidade, mas deve complementar o legado romano e escalígero, não substituí-lo.

Se procura carácter local

Atravesse o Ádige para Veronetta, veja as bancas à volta da piazza delle Erbe antes das horas de ponta, e pare numa osteria tradicional para provar pratos como o risotto all’Amarone ou a pastissada de caval. A passeggiata do fim do dia à volta da piazza Bra e junto ao rio mostra uma cidade que pertence a quem lá vive, quando muitos visitantes de um dia já partiram.

Se quer ir além do óbvio

Visite as igrejas com frescos de San Fermo e Sant’Anastasia, percorra o Giardino Giusti, ou siga as fortificações austríacas, que mostram uma camada menos conhecida da história urbana. Fora da cidade, as colinas de Valpolicella oferecem visitas a quintas e trilhos, enquanto algumas povoações do lago de Garda ficam à mão sem que o centro seja a sua única experiência da região.

Onde encontrar o carácter cultural e histórico autêntico

Verona receives a great many people who have come for a love story, and the honest place to start is that the object most of them photograph was built in 1939. What is underneath is a working provincial capital with a trade-fair economy and a festival calendar that predates tourism by four centuries -- none of it staged, and most of it easy to miss while queueing for the balcony.

The balcony is a stage set

The Comune bought the house in 1905; the balcony was added in 1939 by the museum director Antonio Avena, assembled from the stone of a fourteenth-century Scaligeri palazzo with red marble brackets made for the purpose. The link to the Capulets is older but no sounder -- an eighteenth-century misreading of the hat carved on the building, the emblem of the Cappello family who kept an inn there.

A carnival that elects its own king

The Bacanal del Gnoco is held by tradition to have begun in 1531 in the San Zeno quarter, and its Papà del Gnoco is the oldest masked figure in Italy. He is not a hired performer: Veronese citizens vote for him, and on Venardì Gnocolàr -- the Friday before Lent -- he leads about a hundred floats through the city. It is a neighbourhood institution that tourism has never been aimed at.

The opera is a job, not a spectacle

Since 1913 the Roman amphitheatre has been the largest open-air opera venue in the world, seating around 22,000 once the stage has taken roughly a third of the tiers. Summer in Verona is organised around that: the city works late because the performances run late.

Perfil de Viagem

  • Conhecido por Arena opera festival • Roman amphitheatre • Romeo and Juliet • Valpolicella and Amarone • Piazza delle Erbe
  • Estilos de viagem Turismo cultural • História • Escapadelas românticas • Gastronomia • Enoturismo
  • Ambientes de viagem Cidades históricas • Rios • Colinas do vinho
  • Como se deslocar Milan-Venice and Brenner lines cross at Porta Nuova; a compact walkable centre inside a ZTL; Verona Air Link runs to Catullo airport every 20 minutes in 15, on a ticket also valid on city buses

Conselhos para uma Viagem Responsável

O centro compacto de Verona absorve, para o seu tamanho, uma parcela desproporcionada de visitantes, sobretudo por estar na linha ferroviária entre Veneza e Milão: muita gente trata a cidade como paragem de meia jornada em vez de lá dormir, o que concentra a afluência em poucas horas à volta do meio-dia. A Casa di Giulietta é, de todos os locais isolados, a que mais aglomeração atrai; as paredes do pátio e a passagem estão cobertas de graffiti e de bilhetes colados — uma prática que a cidade tenta travar com multas, até agora com pouco êxito.

A temporada de ópera do verão (junho-setembro) gera outra pressão diferente: nas noites de espectáculo o centro enche antes e depois da récita, e as mesas perto da piazza Bra escasseiam sem reserva. Quem venha fora dessas horas do fim do dia, ou nos meses intermédios de abril-maio e setembro-outubro, encontra as mesmas ruas bem mais sossegadas.

Verona cobra uma taxa de dormida por noite que é acrescentada à conta do hotel e é independente de qualquer taxa diária: o melhor é perguntar directamente no alojamento, já que o valor varia consoante o tipo de estabelecimento. Como no resto do norte de Itália, nas igrejas espera-se roupa discreta (ombros e joelhos cobertos), e alguns locais proíbem o flash para proteger os frescos.

Quando Visitar Verona

A primavera (abril-maio) e o outono (setembro-outubro) são os meses mais agradáveis: temperaturas amenas e gente q.b. para se aproveitar a piazza delle Erbe sem se andar ombro com ombro.

O verão (junho-agosto) é a época alta de Verona, sustentada sobretudo pelo festival de ópera ao ar livre: dias quentes e muitas vezes abafados, próprios do clima da planície do Pó, e noites amenas que tornam confortáveis os espectáculos ao relento até bem depois do anoitecer. Os preços hoteleiros e o número de visitantes atingem com ele o seu máximo.

A Vinitaly, a feira profissional de vinho de cada primavera (normalmente em abril), enche os hotéis de profissionais internacionais mais do que de turistas — vale a pena ver as datas, quer para evitar quer para procurar.

O inverno (novembro-março) é sossegado e muitas vezes enevoado — traço regional da planície do Pó e não algo próprio de Verona. O centro funciona normalmente, e o mercado de Natal da piazza dei Signori atrai uma afluência sazonal moderada.

Níveis de Custo de Viagem em Verona

Quanto custa realmente visitar Verona

$EconómicoCama em hostel 20-30 €/noite, sandes e um copo de vinho num bar simples 8-12 €, bilhete diário de autocarro urbano 4,50 €
$$$IntermédioHotel de 3 estrelas 90-150 €/noite, refeição em trattoria 20-35 €, Verona Card (museus + transportes, 1 dia) 25 €
$$$$$AltoHotel boutique no centro a partir de 300 €/noite, menu com harmonização de Valpolicella a partir de 90 €, visita privada à Arena a partir de 150 €

Onde se concentram os visitantes em Verona →